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08.06.20

Projeto Puma II quer aumentar ainda mais número de trabalhadores da região

Moradores das cidades de Telêmaco Borba, Ortigueira e Imbaú respondem por 51% da mão de obra do projeto

Ampliar ainda mais as oportunidades de emprego para trabalhadores das cidades de Telêmaco Borba, Ortigueira, Imbaú e dos municípios da região. Foi com este objetivo que empresas contratadas do Projeto Puma II e representantes da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho se reuniram no último dia 28 de janeiro, na Unidade Puma, em Ortigueira. Na ocasião, foram discutidas estratégias visando o atendimento e a captação de mão de obra para a montagem industrial - a nova fase do Projeto Puma II - por meio de parcerias com as Agências dos Trabalhadores. O objetivo é responder tanto a demanda das empresas por mão de obra, como da população local por empregos.    

Atualmente, o Projeto Puma II conta com cerca de 4 mil trabalhadores, sendo 51% de Ortigueira, Telêmaco Borba e Imbaú. Somando-se municípios vizinhos e de outras regiões, cerca de 77% dos trabalhadores são do Paraná. “Captar a mão de obra local fortalece a economia da região e desenvolve o Estado, seja pela geração de empregos e desenvolvimento profissional, como pelo incremento de renda pra os municípios”, avalia Sales Bueno, gerente de Geste e Gestão do Projeto Puma II.

Para as empresas, captar a mão de obra local traz ganhos efetivos, pois, além de contratar profissionais adaptados à região, há menor impacto na infraestrutura das cidades. Por isso, o a meta é fazer com que os percentuais de trabalhadores locais se mantenham no maior patamar possível. A abertura de postos de trabalho é feita à medida que as obras evoluem e de acordo com cada etapa da fase de implantação.

 “As empresas contratadas para a construção e montagem industrial estão abertas para estabelecer parcerias com as Agências do Trabalhador, buscando simplificar processos e melhorar a forma da divulgação das vagas, para que todos com condições de empregabilidade tenham a mesma oportunidade de um novo emprego”, reflete Sales Bueno. “A Klabin continuamente busca também melhorar a parceria com o Governo do Estado do Paraná, por meio de ações desenvolvidas junto à Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho - SEJUF, que está dando todo o apoio”, complementa.

Neste momento, o projeto está em plena fase da construção civil, área responsável pela maior parte das contratações. A próxima fase é a etapa conjunta de construção civil e montagem eletromecânica, período de maior concentração de mão de obra. Nesta fase, a mão de obra se torna mais técnica, exigindo um perfil mais especializado. Para estimular a contratação por meio das Agências do Trabalhador, a Klabin também oferece cursos de qualificação e formação para os profissionais dos municípios da região, direcionados tanto para a fase de implantação da nova planta industrial, como posteriormente para a operação das unidades fabris e florestais.  

 

Sobre o Projeto Puma  II

 O Projeto Puma II será dividido em duas etapas. A primeira envolve a construção de uma linha de fibras principal para a produção de celulose não branqueada integrada a uma máquina de papel Kraftliner e Kraftliner Branco, que serão comercializados sob a marca Eukaliner, com capacidade de 450 mil toneladas anuais. Em complemento, essa etapa também inclui instalações de apoio às novas linhas e plantas das áreas de recuperação e utilidades. 

A segunda etapa do projeto contempla a construção de uma linha de fibras complementar integrada a uma máquina de papel Kraftliner com capacidade de 470 mil toneladas anuais e expansão de algumas estruturas de apoio.